
Um dia, em 1998, um pesquisador relacionou a aplicação da vacina MMR (contra sarampo, caxumba e rubéola), aplicada com 1 ano de idade, como causa do aparecimento e desenvolvimento do autismo.
O assunto passou a ser amplamente estudado e...divulgado. Obviamente a hipótese tornou-se, para muitos, "uma verdade" e aí os problemas começaram. Algumas classes ("ONGs", associações de pais e amigos de autistas, homeopatas radicais e moderados) recomendando que a vacina não seja feita.
O assunto passou a ser amplamente estudado e...divulgado. Obviamente a hipótese tornou-se, para muitos, "uma verdade" e aí os problemas começaram. Algumas classes ("ONGs", associações de pais e amigos de autistas, homeopatas radicais e moderados) recomendando que a vacina não seja feita.
Não fazer uma vacina importante como a MMR é um risco seríssimo, não só para a infeliz criança que não teve direito de voto, mas sim para toda a população, para os seus filhos, para as gestantes, para os idosos.
Obviamente inúmeros estudos sérios já comprovaram que não existe relação entre a aplicação da MMR e o aumento da incidência de autismo.
O autismo é uma doença neurológica cujo diagnóstico tem aumentado nos últimos anos, não por conta de maior incidência, mas sim porque os médicos e pais tem sido mais atentos, procurando sinais precoces. Muitas crianças que nunca seriam tidas como autistas passaram, nos últimos anos, a ganhar este diagnóstico.
Outro fato é que o aumento de número de casos diagnosticados não sofreu qualquer abalo após o início da aplicação mundial da vacina MMR. Este aumento progressivo de incidência de autismo nada tem a ver com qualquer vacina - mas como a MMR é aplicada com 1 ano de idade e o autismo geralmente é diagnosticado entre 1 e 2 anos de idade, alguém resolveu propor a associação.
Na internet existem milhares de links sobre o assunto. Mas todas as associações pediátricas, neuropediátricas e de imunizações sérias do mundo defendem e comprovam que não existe relação entre a aplicação da vacina MMR e o desenvolvimento do autismo.
Obviamente inúmeros estudos sérios já comprovaram que não existe relação entre a aplicação da MMR e o aumento da incidência de autismo.
O autismo é uma doença neurológica cujo diagnóstico tem aumentado nos últimos anos, não por conta de maior incidência, mas sim porque os médicos e pais tem sido mais atentos, procurando sinais precoces. Muitas crianças que nunca seriam tidas como autistas passaram, nos últimos anos, a ganhar este diagnóstico.
Outro fato é que o aumento de número de casos diagnosticados não sofreu qualquer abalo após o início da aplicação mundial da vacina MMR. Este aumento progressivo de incidência de autismo nada tem a ver com qualquer vacina - mas como a MMR é aplicada com 1 ano de idade e o autismo geralmente é diagnosticado entre 1 e 2 anos de idade, alguém resolveu propor a associação.
Na internet existem milhares de links sobre o assunto. Mas todas as associações pediátricas, neuropediátricas e de imunizações sérias do mundo defendem e comprovam que não existe relação entre a aplicação da vacina MMR e o desenvolvimento do autismo.
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