
O título do post de hoje tem nome de livro...
Sempre coloco para as mães e pais que em literatura e psicologia pediátrica, não há limites - sempre tem gente lançando livros e campanhas contra e a favor de tudo...
Na Inglaterra, duas irmãs de 38 anos de idade, Emma e Abi Moore, lançaram a campanha "PinkStinks" ("Rosa cheira mal"), para desafiar "a cultura do rosa baseada na beleza, e não na inteligência, que é imposta às meninas desde o berço". Elas querem que as meninas sejam e gostem "daquilo que quiserem, e não do que é imposto". À cultura do rosa, desta imposição, elas deram o nome de "rosificação". Não especificamente à roupa rosa, mas ao tratamento e orientação super-femininos que as meninas tem. Até que a campanha tem um lado interessante, que é o de mostrar a importância de valorizar tudo o que uma criança tem de bom, todo seu potencial.
O que você acha?
Particularmente acho que o ideal é ficar "cada um no seu quadrado".
O jeito de educar os filhos é individual. Depende de como o pai e a mãe foram educados. O jeito de vestí-los, idem. Se a mãe gosta de rosa-bebê ou vermelho-versalhes, ótimo. Se fica feliz de ver sua filha com vestido xadrex Burberry, lindo. Se quer vestir no estilo hippie-chique (ou não chique), problema é dela.
Com o tempo, os pais percebem que seu poder de escolha pelo que os filhos devem gostar é limitado. Cabe à nós ensinar, a duras penas, o que julgamos adequado. As crianças assimilam demais o nosso modo de viver - de falar, agradecer, ser amável e se fazer respeitado.
Nenhuma menina vai deixar de estudar e ser intelingente porque sua mãe a vestia de rosa, nem será uma Barbie quando crescer por esta causa.
A educação é muito maior do que isso.
Jairo, vc é único!!!!Amamos você!!!!Obrigado por tudo. André Longarço (pai da Gabriela)
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