Com o dólar barato e as férias chegando, as viagens internacionais estão em alta. As crianças tendem a sofrer bem mais com a mudança de fuso horário do que os adultos. Isso porque, para nós adultos, é mais simples se manter acordado (fazendo compras, por exemplo...) e se adaptar ao "novo" horário de um dia para o outro. Mesmo ao voltar de viagem, podemos nos forçar a dormir ou ficar acordados. Crianças, dificilmente. Há algumas dicas para minimizar o problema.
De uma forma geral, independente de ir para 5-6 horas de fuso, em dois dias tudo estará normalizado.
A própria bagunça que é uma viagem de avião de 10-12 horas já ajuda. O voo sai tarde, o sono é cortado, dorme-se pouco. Se vai para a Europa: quando no "nosso horário" ainda são18h00, lá ja são 22 ou 23h00, hora de dormir... Mas o cansaço da viagem faz as crianças capotarem e terem uma boa noite de sono, mesmo que no nosso horário fisiológico ainda sejam 18h00. Mas acorde bem cedo no dia seguinte para o café-da-manhã.
O ideal, portanto, é sempre tentar seguir, desde o primeiro, dia, os horários do local de destino. Não tente ir "tirando" o jet lag aos poucos. Uma ou duas horas de fuso habitualmente não incomodam nada. O cansaço da viagem compensa no primeiro dia. A fome pode vir um pouco antes ou depois, mas almoce e jante no horário local - isso é muito importante.
No voo noturno, não acho que vale a pena esperar o jantar. Dê comida antes e tente fazer as crianças dormirem mais cedo.
A claridade e o sol são antídotos para o sono (evitam a produção de melatonina). Portanto, no primeiro dia de viagem, não vá ao museu e evite ir ao shopping no fim da tarde. Tente se manter ao ar livre. Se for o caso, banho de piscina na hora que o sono bater forte. Claro, dependendo do fuso (leste ou oeste). Tudo para seguir os horários locais. "Em Roma, como os romanos".
Também é importante oferecer bastante líquido para as crianças - mais do que o habitual - nas viagens prolongadas. Com as novas regras chatíssimas de segurança, recomendo que não se esqueça de comprar garrafinhas de água antes de entrar no avião (na sala/portão de embarque). Dependendo a classe em que se viaje, vão te dar, se muito, uma mini-garrafa de 90 ml.
Se possível (quase impossível), evite dar junk food, tipo porcaritos...
Ajustar o relógio para o novo fuso horário assim que entramos no avião é o primeiro passo para tentar se adaptar e forçar a situação.
O uso de remédios para induzir o sono e tranquilizar as crianças durante o voo também pode ser feito, sob orientação pediátrica. Raramente podem acontecer os efeitos contrários do remédio, portanto é bom fazer um teste antes...
No mais, apesar da viagem ao destino sempre parecer uma via crucis, tenho certeza que vale a pena se aventurar.
De uma forma geral, independente de ir para 5-6 horas de fuso, em dois dias tudo estará normalizado.
A própria bagunça que é uma viagem de avião de 10-12 horas já ajuda. O voo sai tarde, o sono é cortado, dorme-se pouco. Se vai para a Europa: quando no "nosso horário" ainda são18h00, lá ja são 22 ou 23h00, hora de dormir... Mas o cansaço da viagem faz as crianças capotarem e terem uma boa noite de sono, mesmo que no nosso horário fisiológico ainda sejam 18h00. Mas acorde bem cedo no dia seguinte para o café-da-manhã.
O ideal, portanto, é sempre tentar seguir, desde o primeiro, dia, os horários do local de destino. Não tente ir "tirando" o jet lag aos poucos. Uma ou duas horas de fuso habitualmente não incomodam nada. O cansaço da viagem compensa no primeiro dia. A fome pode vir um pouco antes ou depois, mas almoce e jante no horário local - isso é muito importante.
No voo noturno, não acho que vale a pena esperar o jantar. Dê comida antes e tente fazer as crianças dormirem mais cedo.
A claridade e o sol são antídotos para o sono (evitam a produção de melatonina). Portanto, no primeiro dia de viagem, não vá ao museu e evite ir ao shopping no fim da tarde. Tente se manter ao ar livre. Se for o caso, banho de piscina na hora que o sono bater forte. Claro, dependendo do fuso (leste ou oeste). Tudo para seguir os horários locais. "Em Roma, como os romanos".
Também é importante oferecer bastante líquido para as crianças - mais do que o habitual - nas viagens prolongadas. Com as novas regras chatíssimas de segurança, recomendo que não se esqueça de comprar garrafinhas de água antes de entrar no avião (na sala/portão de embarque). Dependendo a classe em que se viaje, vão te dar, se muito, uma mini-garrafa de 90 ml.
Se possível (quase impossível), evite dar junk food, tipo porcaritos...
Ajustar o relógio para o novo fuso horário assim que entramos no avião é o primeiro passo para tentar se adaptar e forçar a situação.
O uso de remédios para induzir o sono e tranquilizar as crianças durante o voo também pode ser feito, sob orientação pediátrica. Raramente podem acontecer os efeitos contrários do remédio, portanto é bom fazer um teste antes...
No mais, apesar da viagem ao destino sempre parecer uma via crucis, tenho certeza que vale a pena se aventurar.
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Dormir assim também ajuda... |
Dr. Jairo,
ResponderExcluirja te considero meu pediatra virtual.
Vc falou tudo o que eu sempre falo para minhas amigas. Minha filha hj tem 2 ano e 7 meses. Moramos em NY e ela viaja desde os 4 meses para o Brasil e para a Europa. Portanto, de fuso horario eu entendo.
Parabens pelo blog.
Paula