O uso e desuso dos suplementos vitamínicos é assunto de eterna discussão, científica ou não.
Como sabem, sempre recomendei o uso de polivitamínicos pelas crianças. Nas doses recomendadas pelas entidades pediátricas confiáveis (AAP - Academia Americana de Pediatria e ESPGHAN - Sociedade Européia de Gastroenterologia Pediátrica, Nutrição e Hepatologia).
Vira e mexe algum cientista diz que o ideal são doses mais altas: no caso da vitamina D, sabemos que a dose recomendada diária é de 400 a 600 U. Seguro e eficaz na prevenção do raquitismo, osteopenia e osteoporose, além de prevenção de doenças vasculares e cardíacas. Um estudo mostrou que doses acima de 2.000 U ao dia tem relação com aumento de algumas doenças, como cálculos renais - sem trazer qualquer benefício adicional a quem usa.
Coitadas daquelas crianças que ainda (!!!) recebem as ampolas de Aderogyl por via oral - cada ampola tem 66.000 U de vitamina D - 110 vezes mais do que a dose máxima diária recomendada.
Modismos a parte, tenho feito rotineiramente a dosagem de vitamina-D nas crianças e adolescentes, na hora do check up. Todos os que estão sem suplementos vitamínicos apresentam níveis baixos da vitamina. E alterações nos exames que mostram o metabolismo do cálcio.
Como a vitamina D está presente em quantidades muito baixas e em poucos alimentos - sua fonte natural é a exposição solar sem bloqueador - a única forma de reposição são os suplementos. Preferencialmente aqueles que existem nas farmácias, produzidos pelos grandes e confiáveis laboratórios, nas doses certas. Lembre-se que fomos "programados" para viver 30 a 40 anos, e vivemos quase uma centena de anos. É preciso se preparar para o futuro.
Como sabem, sempre recomendei o uso de polivitamínicos pelas crianças. Nas doses recomendadas pelas entidades pediátricas confiáveis (AAP - Academia Americana de Pediatria e ESPGHAN - Sociedade Européia de Gastroenterologia Pediátrica, Nutrição e Hepatologia).
Vira e mexe algum cientista diz que o ideal são doses mais altas: no caso da vitamina D, sabemos que a dose recomendada diária é de 400 a 600 U. Seguro e eficaz na prevenção do raquitismo, osteopenia e osteoporose, além de prevenção de doenças vasculares e cardíacas. Um estudo mostrou que doses acima de 2.000 U ao dia tem relação com aumento de algumas doenças, como cálculos renais - sem trazer qualquer benefício adicional a quem usa.
Coitadas daquelas crianças que ainda (!!!) recebem as ampolas de Aderogyl por via oral - cada ampola tem 66.000 U de vitamina D - 110 vezes mais do que a dose máxima diária recomendada.
Modismos a parte, tenho feito rotineiramente a dosagem de vitamina-D nas crianças e adolescentes, na hora do check up. Todos os que estão sem suplementos vitamínicos apresentam níveis baixos da vitamina. E alterações nos exames que mostram o metabolismo do cálcio.
Como a vitamina D está presente em quantidades muito baixas e em poucos alimentos - sua fonte natural é a exposição solar sem bloqueador - a única forma de reposição são os suplementos. Preferencialmente aqueles que existem nas farmácias, produzidos pelos grandes e confiáveis laboratórios, nas doses certas. Lembre-se que fomos "programados" para viver 30 a 40 anos, e vivemos quase uma centena de anos. É preciso se preparar para o futuro.
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Quem comer isso todo dia, explode. |
Olá,
ResponderExcluireu moro em Estocolmo, e como é sabido, no inverno, aqui não tem luz do dia, quando tem, é por 2 horas e bem nublado.
Quanto de vitamina D preciso dar para meu bebe de 12 meses?
Estou indo para o Brasil dia 16 e vou marcar uma consulta!