segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Medicina Ortomolecular - Postado por Jairo Len


O uso de megadoses de vitaminas, sais minerais, ácidos, proteínas e EDTA (Ácido Etileno Diamino Tetracético), entre outros procedimentos prescritos pelos médicos que realizam a "medicina ortomolecular" e biomolecular, estão proibidos por resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Assim como os exames em fios de cabelo, exceto em casos já definidos pela literatura científica e em suspeita real de contaminação por metais tóxicos.
"Os tratamentos da prática ortomolecular devem obedecer às comprovações embasadas por evidências clínico-epidemiológicas que indiquem efeito terapêutico benéfico"., diz a portaria do CFM.
Ou seja: o médico não pode inventar moda e ficar administrando sabe-deus-o-quê em seus pacientes se não houver indícios (científicos) que aquilo funciona.
Existem regras e práticas recomendadas em medicina ortomolecular.
A dose máxima diária de vitaminas já foi inventada e existe uma regulamentação para isso. E, inclusive, existem à venda dezenas de vitaminas prontas, multivitaminas ou individuais, para facilitar a vida das pessoas e trazer segurança aos pacientes.

O que vejo (e já comentei anteriormente no blog) é que existem pessoas - de um nível socio-cultural bom, inclusive - que perseguem e se rendem a tudo que é incerto ou feito de forma alternativa. "Porque seguir aquilo que todos fazem?". Terapias caríssimas ortomoleculares, pediatria antroposófica, gotinhas etílicas de homeopatia desde o nascimento, e assim por diante.
Qual é o problema dos médicos em fazer o que é certo e comprovado cientificamente?

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De acordo com normas do Conselho Federal de Medicina, determinadas orientações só podem ser feitas após consulta médica ou avaliação/seguimento - portanto não posso responder perguntas detalhadas e individualizadas neste canal.
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