quarta-feira, 27 de junho de 2012

Coca-Cola brasileira X substâncias potencialmente cancerígenas - Postado por Jairo Len

A Coca-Cola vendida no Brasil tem, em sua composição, bem mais 4-metilimidazol (4-MI) do que as Coca-colas vendidas no mundo. Em relação à legislação da Califórnia, por exemplo, nove vezes mais do que o permitido.
O 4-MI é "potencialmente cancerígeno", ou seja, em teoria é uma substância que pode causar câncer. Não há casos comprovados. O 4-MI está presente no corante caramelo IV.
A análise foi realizada no Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest), de Washington D.C., e e divulgadas no Brasil pelo IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor). Ambos órgãos são respeitados na comunidade científica.
A Coca-Cola vendida no Quênia, a 2ª no ranking, tem 2/3 da quantidade de 4-MI em relação à brasileira. A dos Estados Unidos, metade. No Japão, menos de um terço.

Questionada, a Coca-Cola do Brasil diz que o refrigerante é extremamente seguro. A ANVISA (zzzzzz...) pediu 10 dias para avaliar o caso.

Nos Estados Unidos, após diversas solicitações de entidades de defesa do consumidor, o Estado da Califórnia reconheceu a periculosidade do aditivo. Diante disso, empresas como a Coca-Cola e a Pepsi dos Estados Unidos divulgaram que realizarão mudanças em suas fórmulas.

Numa época que tanta gente pensa em orgânicos, em "medo" de remédios e antibióticos, em qualidade de vida e longevidade, temos que pensar qual é o foco que devemos ter. A Coca-Cola do Brasil vendeu 10 bilhões de litros em 2010.

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