quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Horários no Reveillon - Postado por Jairo Len

A Clínica Len de Pediatria funciona normalmente a partir de segunda-feira, dia 4 de janeiro de 2010.

Durante o feriado, em caso de dúvida ou emergência entre em contato conosco pelos telefones celulares ou Central Telecom (telefones disponíveis no site da Clínica - www.clinicalen.com.br).

Desejamos a todos um Ano Novo com muita saúde, sucesso e felicidade.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Fim de Ano - Postado por Jairo Len

A década acaba em grande estilo - 2009 foi um ano "inesquecível"...
Espero que, em saúde - pelo menos - 2010 seja um ano um pouco melhor. A gripe suína e toda a confusão que girou em torno dela - a falta de informações, de diagnóstico e de medicação... Vamos torcer para que a "segunda-onda", esperada para o ano que vem, seja ao menos mais organizada. E, é claro, menos intensa.
A vacina vai chegar e, sendo de boa marca (GSK, Aventis-Pasteur, Chiron, MSD...) todos que puderem devem recebê-la. Ainda não se sabe quando chegará e como será sua distribuição.

Para as férias, não se esqueça (só vale para nossos pacientes, por força da legislação): nas viagens ao exterior, é fundamental levar aquela lista de remédios (com a receita original) que fornecemos na Clínica: antitérmicos, remédios para vômitos severos, antialérgicos, antibiótico, colírio, etc.
Vejo a diferença absurda quando me ligam do exterior para uma ajuda...e os pais tem os remédios em mãos. Facilita muito. Como curiosidade: o Tamiflu (Oseltamivir) - para gripe suína - não consta da lista. O uso do Tamiflu tem que ser feito de forma muito controlada, com exame físico e exames laboratoriais. Tratar uma infecção bacteriana como se fosse uma gripe (só com oseltamivir) pode ser um enorme erro.

Outro detalhe (não médico), mas que sempre ouço dos pais na volta das férias: só leve os documentos originais para os aeroportos. É um sufoco chegar no check in e não poder embarcar por falta de documentos originais das crianças. Já ouvi alguns casos.

E muito cuidado com o sol: só neste fim de semana de Natal duas mães me ligaram que houve exagero no sol e seus filhos estavam super-queimados. Não há muito para fazer, além de cremes hidratantes, anestésicos (como o Solarcaine) e analgésicos...

A Clínica Len funciona normalmente neste fim de ano e início de 2010. Exceto nos dias 31 e 1º de janeiro, nos demais dias úteis, "vida normal". No reveillon, como sempre, será muito fácil nos achar nos telefones celulares e e-mail.

E para finalizar o ano, deixo aqui um poema que, para mim, marca o que fará de 2009 um ano totalmente diferente dos outros...

Ausência [Carlos Drummond de Andrade]

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

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Desejo a todos um Ano Novo com muita saúde e que todos os planos, vontades, desejos e caprichos se realizem plenamente!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A ditadura da rosificação - Postado por Jairo Len

O título do post de hoje tem nome de livro...
Sempre coloco para as mães e pais que em literatura e psicologia pediátrica, não há limites - sempre tem gente lançando livros e campanhas contra e a favor de tudo...

Na Inglaterra, duas irmãs de 38 anos de idade, Emma e Abi Moore, lançaram a campanha "PinkStinks" ("Rosa cheira mal"), para desafiar "a cultura do rosa baseada na beleza, e não na inteligência, que é imposta às meninas desde o berço". Elas querem que as meninas sejam e gostem "daquilo que quiserem, e não do que é imposto". À cultura do rosa, desta imposição, elas deram o nome de "rosificação". Não especificamente à roupa rosa, mas ao tratamento e orientação super-femininos que as meninas tem. Até que a campanha tem um lado interessante, que é o de mostrar a importância de valorizar tudo o que uma criança tem de bom, todo seu potencial.

O que você acha?

Particularmente acho que o ideal é ficar "cada um no seu quadrado".

O jeito de educar os filhos é individual. Depende de como o pai e a mãe foram educados. O jeito de vestí-los, idem. Se a mãe gosta de rosa-bebê ou vermelho-versalhes, ótimo. Se fica feliz de ver sua filha com vestido xadrex Burberry, lindo. Se quer vestir no estilo hippie-chique (ou não chique), problema é dela.

Com o tempo, os pais percebem que seu poder de escolha pelo que os filhos devem gostar é limitado. Cabe à nós ensinar, a duras penas, o que julgamos adequado. As crianças assimilam demais o nosso modo de viver - de falar, agradecer, ser amável e se fazer respeitado.
Nenhuma menina vai deixar de estudar e ser intelingente porque sua mãe a vestia de rosa, nem será uma Barbie quando crescer por esta causa.
A educação é muito maior do que isso.
Por curiosidade, o site das revolucionárias inglesas é http://www.pinkstinks.co.uk/.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Pés no chão - Postado por Jairo Len

Hoje eu estava lendo uma notícia sobre o aumento, nos últimos anos, do número de corredores que correm descalços. Coisa de dezenas de quilômetros, maratonas, etc...
A notícia é interessante, mas o que me fez mesmo foi lembrar o número de mães e avós que tem verdadeiro pânico que seus filhos e netos andem, pela casa, descalços.
Pedem até que eu fale diretamente às crianças o quanto isso é ruim para a saúde.
E se decepcionam quando eu digo que não faz mal nenhum. Nem no calor, nem no frio.
Andar descalço não faz a criança se resfriar, ficar doente, ter problemas pulmonares.
E, de acordo com os ortopedistas, é um dos melhores métodos de condicionar a boa pisada, da criança formar a musculatura das pernas, de deixar o pé com um arco bem formado.

Acho que este temor com os pés descalços no chão (nem sempre) frio vem de bastante tempo atrás, e nunca teve uma explicação científica que a justificasse. Mas ainda vive na cabeça das mães...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Problemas de leitura e treinamento intensivo - Postado por Jairo Len



Um estudo do Instituto Nacional de Ciências Mentais (NIMH), nos Estados Unidos, mostrou que crianças com dificuldades para leitura beneficiaram-se muito com treinamento intensivo, melhorando inclusive outras funções cognitivas. A pesquisa focou crianças de 8 anos de idade, submetidas a 4 métodos de treinamento intensivo, através de aulas diárias de 50 minutos, 2ª a 6ª feira, por 6 meses (100 horas de aula).

Parece óbvio que houve melhora. Mas dois pontos são importantes:

Primeiro que os pesquisadores concluiram que, além da melhora esperada da leitura, houve mudança da conectividade cerebral após o intensivão, mostrando que este tipo de estímulo pode beneficiar pacientes com outros transtornos mentais. Uma das doenças mais relevantes aonde há prejuízo da conectividade cerebral é o autismo. Na ressonância magnética das crianças antes e após o treinamento, notou-se mudança da configuração da massa branca cerebral, com evidente melhora do padrão microestrutural após.

E em segundo lugar, a parte que me toca de imediato: ouvimos tantos pais cujos filhos tem problemas de leitura, crônicos, que duram anos, mas que talvez não tem sido bem administrados pela escola, pelos psicopedagogos, pelos pais e pelos médicos responsáveis, prolongando-se por muito tempo, trazendo prejuízos indeléveis para a auto-estima da criança.
Quem sabe em 6 meses com ótima orientação podemos melhorar a leitura desta criança?

O estudo foi publicado na resvista Neuron, com o título "Altering cortical connectivity: remediation-induced changes in the white matter of poor readers".

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Piscina e "Congestão" - Postado por Jairo Len


Um dúvida bastante comum dos pais é sobre o perigo de, após as refeições, as crianças usarem a piscina ou tomar banho. Elas podem ter "congestão"?
Para as crianças em atividades recreativas ou banho (banheira, chuveiro) não há qualquer risco.
A congestão é a situação em que, devido a grande esforço físico, o sangue fica concentrado nos músculos - e não no estômago e intestino, prejudicando a digestão, causando mal estar e vômitos. São aquelas pessoas que, após comerem um refeição caprichada, vão nadar no mar, fazer esportes náuticos, correr muito, atravessar a represa a nado - certamente passar mal no meio do oceano é um problema sério... Quem quer fazer esportes, exercícios físicos extenuantes ou nadar bastante após comer deve aguardar cerca de 2 horas.
Mas aquela criança que acabou de comer e quer voltar para a piscina ou tomar banho não vai sofrer de congestão. Caso não se sinta bem, certamente vai interromper suas atividades e descansar um pouco.
O mesmo vale para os bebês e as mamadas. Não há qualquer risco de um bebê ser banhado após mamar. Geralmente não recomendo porque a manipulação no banho pode fazer o bebê regurgitar ou vomitar - mas não há risco de congestão.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Vigorexia (já ouviu dizer?) - Postado por Jairo Len

O post de hoje não é uma ode ao ócio, mas sim um alerta aos exageros que algumas pessoas cometem sem saber que estão doentes...
Desconhecida de muitos, a vigorexia (overtraining, em inglês) ocorre quando o volume e a intensidade de exercício físico praticado por um indivíduo excede a sua capacidade de recuperação, geralmente apresentando uma auto-imagem distorcida, em quadro psicologicamente patológico - tanto que a vigorexia é considerada um TOC (transtorno obsessivo compulsivo) e, quando acompanhada de auto-imagem distorcida, um TDC (transtorno dismórfico corporal).
Quem não conhece alguém que está descontente com o próprio tríceps, e por isso fica reclamando do próprio corpo, da sua alimentação, da necessidade de aumentar mais ainda as 2 horas diárias de treino, de estar fortíssimo mas se achando fraco, visualmente falando? Indivíduos acometidos por esta síndrome (também chamada de Síndrome de Adônis), são pessoas que, mesmo fortes fisicamente, ao se visualizarem em espelhos, por exemplo, se sentem fracos, de maneira similar aos acometidos de anorexia, que ao se visualizarem, sempre consideram-se gordos.
Claro que existem dezenas de nuances nesta definição - o fisiculturista, por exemplo, que se acha forte, que está contente com o corpo, não pode ser tido como um TDC - mas eventualmente como um TOC...Depende se isso é sua profissão, seu hobby, sua idade, etc...

Vigorexia...mais uma doença psicológica para o seu conhecimento.

O mais importante sempre é estar contente consigo mesmo, sem ser radical em nada, e sempre respeitando aqueles que são diferentes...

"A liberdade não tem qualquer valor se não inclui a liberdade de errar." (Mahatma Gandhi)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Piscina e Mar - Postado por Jairo Len

Com a proximidade do verão e das férias, as dúvidas sobre uso de piscina e banhos de mar são muito frequentes.
Começo pelo uso "recreativo" de piscina e mar: não existe uma idade mínima ou qualquer recomendação específica. Se o mar e a piscina em questão são limpos, sem excesso de substâncias químicas e estão em temperatura agradável, as crianças, em qualquer idade, podem usar. Bom senso. Pessoalmente não vejo a necessidade de colocar um recém-nascido até 6 meses de idade dentro da piscina de casa ou no mar, mas diariamente pais e mães divergem sobre o assunto e querem minha opinião (obviamente o pai quer colocar o bebê na piscina e a mãe não quer...).
Entre 6 meses e 1 ano o bebê já começa a interagir, já sabe aonde está, brinca com a água...Tenho certeza que a partir desta faixa etária não será só o pai que vai se divertir...

AULAS DE NATAÇÃO
Assunto controverso... A frase que eu falo na Clínica: "se quiser, dou o atestado para o bebê fazer natação a partir dos 6 meses. Mas só recomendo natação para bebês a partir dos 2 ou 3 anos de idade". Tenho dezenas de pacientes que fazem natação a partir dos 6 meses.
Não vejo nenhuma necessidade, de uma forma geral. Não é uma atividade que traga um benefício comprovado - inclusive vários países no mundo não permitem estas aulas de natação antes de 3 ou 4 anos de idade. Exceções existem, certo?
As piscinas das academias são aquecidas a cerca de 30ºC (um meio de cultura perfeito), são utilizadas por centenas de crianças por dia, que fazem suas "necessidades" na fralda, na piscina mesmo... Nem todas as mães só levam seus filhos à natação se estiverem 100% sadios. Coriza, tosse... Particularmente sempre recomendo que uma criança só retorne à aulinha de natação, após um processo infeccioso, quando estiver totalmente curada, sem uso de quaisquer remédios - um processo que dura cerca de 2 semanas. Você acha que todas as mães seguem essa recomendação?
Serem tratadas com ozônio ou salinizadas é básico (porque o cloro é muito alergênico), mas lembro que as bactérias e vírus não são mortos por estes métodos - e vivem até 24 horas nas piscinas aquecidas.
Todas crianças pegam mais infecções? Não, de forma alguma. Mas sem dúvida há comprovação científica de aumento de otites, rinosinusites e outras infecções do trato respiratório nas crianças que fazem natação. Cada caso deve ser avaliado individualmente...
Outra questão abordada pelas mães é a climatização do ambiente. Piscina aquecida e vestiário não aquecido são um problema? Para muitas crianças, sim.
O choque térmico infantil nem sempre é inóquo, principalmente nas épocas mais frias (São Paulo em frio em qualquer época do ano).

E o mais importante de tudo: muitos pais querem natação precoce para seus filhos para que os mesmos aprendam a nadar, não se afoguem... Até os 4 a 5 anos de idade, uma criança, mesmo que saiba nadar muito bem nas aulinhas de natação, pode se afogar. Principalmente se "cair" na piscina sem querer, acidentalmente - não quando está nadando de forma espontânea, brincando na água com adultos em volta...
Todo cuidado é pouco. Já tive casos de quase-afogamento em crianças na Clínica - que sabiam nadar e faziam aula de natação - mas que só tinham 3 ou 4 anos de idade quando tentou pegar um brinquedo ou escorregou e caiu na água.
Na faixa de 1 a 4 anos o afogamento é a segunda causa externa de morte no Brasil.
ESTADOS UNIDOS: Os afogamentos em água doce são mais frequentes em crianças, principalmente em menores de 10 anos. Estima-se que existam mais de 4.500 casos de morte por ano só nos EUA (53% em piscinas), onde 50.000 novas piscinas são construídas por ano, somando-se a 2.2 milhões de piscinas residenciais e 2.3 milhões não residenciais. Nas áreas quentes do EUA, Austrália e África do Sul, 70 a 90% dos óbitos por afogamento ocorrem em piscinas de uso familiar. No Brasil, onde o número de piscinas domésticas é infinitamente menor, o afogamento em água doce ocorre mais em rios, lagos e represas perfazendo a metade dos casos fatais.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

DST, HPV e tabu... - Postado por Jairo Len

A edição de dezembro do "Pediatrics", a publicação pediátrica mais importante do planeta, traz um artigo do grupo "Epidemic Intelligence Service, Office of Workforce and Career Development", norte americano, sobre doenças sexualmente transmissíveis em meninas americanas entre 14 e 19 anos.
O estudo avalia cerca de 1.000 meninas, representando bem a população dos EUA, e a prevalência de gonorréia, clamídia, herpes simples, tricomonas e HPV (papiloma vírus).
No grupo como um todo, 24% das meninas tinham alguma destas doenças. Naquelas que já tinham alguma vida sexual, 38%.
Mesmo as meninas que tiveram um só parceiro já foram infectadas em 20% dos casos.
A doença mais prevalente: HPV, o papiloma vírus humano, cujas formas invasivas (verrugas genitais e câncer de colo de útero) são evitáveis através de vacina.

Aonde entra o tabu nesta história?
Assim como já coloquei em posts anteriores, ainda vejo pais (e algumas mães) que não querem fazer a vacina em sua filha adolescente (12, 13, 14 anos) por achar que ela ainda é "muito nova"...
A vacina tem eficácia de pelo menos 10 anos e evidentemente não pode ser encarada como a "liberação" para a vida sexual. A primeira vacina que uma criança recebe, logo que nasce, é contra a hepatite B, cuja via de transmissão, atualmente, é iminentemente sexual, em mais de 50% dos casos.
Outro tabu, este talvez mais complicado, é a necessidade das adolescentes (e os meninos também) serem instruídos a sempre utilizar preservativos. O estudo norte-americano não investigou outras DSTs, como a própria hepatite B, a hepatite C e a AIDS.
Me parece que a maioria dos adolescentes aprende estas coisas (educação sexual) por conta própria, lendo revistas, conversando com os amigos. Não são instruidos pelos pais ou professores.

"A educação é o maior e mais difícil problema imposto ao homem."
(Immanuel Kant)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Confusão com filtros solares - Postado por Jairo Len

Quem acompanha este blog regularmente sabe que eu já coloquei aqui alguns posts com testes realizados pela Fundação Proteste (que é uma associação não-governamental de defesa ao consumidor). Anteontem a Proteste lançou resultados de uma controversa avaliação de 10 marcas de filtro solar fator 30... Não coloquei neste blog porque achei que o assunto ia dar "pano para manga"... E deu.

Na avaliação, a Proteste reprova quase todos - somente o L'Oréal Solar Expertise e o Cenoura & Bronze foram aprovados. Os demais, Avon, La Roche-Posay, Nivea, Banana Boat, Sundown, Nívea, Episol, Coppertone e Natura foram reprovados. Os critérios são variados, como informações no rótulo, estabilidade na pele e à água, proteção UVA, etc...
Todas as marcas (inclusive a L'Oreal, que é controladora da La Roche-Posay) contestaram o teste.
Alegam que os protetores são regulamentados e aprovados pela Anvisa e foram sumetidos a testes próprios e por sociedades de dermatologia. A própria Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) contesta a avaliação, uma vez que a Proteste, alegando "motivos de sigilo", não informa como foram realizados os testes, quem realizou, qual a metodologia e se houve auditoria externa (fundamental para garantir a isenção em testes como este).

O que posso relatar é que, em relação aos filtros infantis, recomendo aqueles que na minha experiência são eficazes e tem mínimos índices de reações alérgicas (vide post de 9 de novembro).
Nunca soube de casos em que um filtro infantil (destas marcas acima, inclusive), bem aplicado, fosse ineficaz. Muitos podem causar alergia e irritação na pele, edema nos olhos, acne em bebês... Os que recomendo, raramente.
Portanto, junto-me ao coro dos que reprovam a avaliação da Proteste sobre filtros solares. Até que a Proteste prove o contrário.
"Nós mostramos que o comportamento atual inexplicável é
diferente do comportamento anterior inexplicável "